10 sítios que tens de visitar em Mafra e na Ericeira

10 sítios que tens de visitar em Mafra e na Ericeira

Nelson Rodrigues • Julho 2, 2021

Foto por @tintimruivo

Quantos concelhos em Portugal podem gabar-se de ter um dos mais importantes palácios do país, 13 praias incríveis e uma gastronomia do outro mundo?🏛️🏝️😋
Mafra pode. E nós, aqui tão perto, temos de o aproveitar. A 45 minutos de Lisboa, há muito para visitar, como o Palácio e o Convento de Mafra, a Tapada e, claro, as belas vilas de Mafra e da Ericeira.
Ora vê o nosso roteiro e, assim que for possível, parte à descoberta de um Oeste feito de História e de mar:
1 – Palácio Nacional e Convento de Mafra
Mandado construir pelo Rei D. João V no século XVIII, é um dos mais incríveis palácios portugueses e o mais importante monumento barroco do país. É composto pelo Paço Real, pela Basílica e pelo Convento, um conjunto monumental com 1200 divisões e 4700 portas e janelas.
De todas, a mais fascinante é, provavelmente, a Biblioteca, uma das mais bonitas e importantes do Mundo, que guarda nas suas estantes cerca de 40 mil livros.
Destaque ainda para os seis orgãos e para os dois carrilhões com 92 sinos que estão na Basílica, também eles únicos no mundo.
Queres saber mais sobre esta linda biblioteca? Lê este nosso artigo!

2 – Jardim do Cerco
Junto ao Convento, este jardim inspirado em Versailles tem cerca de oito hectares e um traçado tipicamente barroco.
Por lá, vais encontrar espelhos de água, uma nora centenária, árvores frondosas e a chamada Horta dos Frades, com plantas utilizadas em produtos medicinais.
Não deixes também de conhecer o Horto das Aromáticas, com 39 espécies de plantas medicinais culinárias.
@ericeiracamping.com
3 – Igreja de Santo André
Apesar de desconhecida por muitos, esta igreja na “Vila Velha” de Mafra guarda séculos de história, ou não tivesse sido construída no século XIV, a mando de D. Dinis.
É um dos mais importantes exemplos da arquitetura gótica paroquial da região, mas apenas pode ser visitada mediante marcação prévia (tel. 261 819 711).
@patrimoniocultural.gov.pt
4 – Tapada Nacional de Mafra
Criada em 1747 como parque de lazer e caça para o Rei D. João V, é a maior zona natural murada do país, com cerca de 819 hectares.
Além de uma grande variedade de flora, alberga também muitos animais em liberdade, como veados, javalis, gamos, répteis e aves.
Um local incrível para passear, mas também para fazer atividades em grupo ou em família, como passeios de burro, visitas noturnas e tiro com arco.
@visitportugal.com
5 – Aldeia Típica José Franco
À primeira vista, esta aldeia é como as outras. Tem um castelo, as casinhas brancas com listas azuis, um moinho e oficinas. Mas na verdade, é uma recriação de uma aldeia típica portuguesa, construída nos anos 60 do século passado.
Em modo de homenagem à sua terra e às suas memórias, o oleiro José Franco reconstruiu tudo o que caracteriza uma aldeia, mas em ponto mais pequeno. Um espaço curioso e autêntico, que faz as delícias de miúdos e graúdos.
Queres conhecer melhor a Aldeia Típica José Franco? Espreita aqui!

6 – Aldeia da Mata Pequena
É uma típica aldeia saloia, situada nos arredores de Mafra e a menos de uma hora de Lisboa.
Recuperada para o turismo, é composta por uma dúzia de casinhas, todas diferentes, onde se pode descansar e aproveitar a tranquilidade da região.
Tem uma pequena quinta com animais que os miúdos adoram.
Esta é um das nossas aldeias preferidas perto de Lisboa. Conhece-a melhor!

7 – Centro de Recuperação do Lobo Ibérico
Criado em 1987 pelo Grupo Lobo, na Quinta da Murta (Gradil), é um espaço único no país que acolhe lobos que não podem viver em liberdade, vítimas por exemplo de armadilhas ou maus tratos.
Aqui, podem estar em condições semi-naturais, num espaço cercado, mas de grandes dimensões, com cerca de 17 hectares arborizados.
@visitportugal.com
8 – Praias
Com uma invejável costa de 11 quilómetros, o concelho de Mafra tem 13 praias: Porto Barril, Calada, São Lourenço, Coxos, Ribeira d`Ilhas, Empa, Matadouro, São Sebastião, Algodio, Pescadores, Sul, Foz do Lizandro e São Julião.
Todas tem águas límpidas e frias (só custa a entrar), além de uma ondulação que convida ao surf e ao bodyboard.
Não é por acaso que a organização norte-americana “Save The Waves Coalition” classificou a Ericeira como Reserva Mundial de Surf.
@dhcmatias
9 – Ericeira
As praias fazem a fama da Ericeira, mas esta vila piscatória tem muito mais para conhecer. O melhor ponto de partida para qualquer passeio é a Praça da República, conhecida por todos como Largo do Jogo da Bola, onde turistas e locais se juntam para descontrair numa esplanada, fazer compras nas lojas ou visitar o Centro de Interpretação da Reserva Mundial de Surf da Ericeira.
A dois passos, fica o belo edifício da Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva, antigo Casino da Ericeira.
Nos arredores, vale a pena visitar a Praia dos Pescadores, o Parque de Santa Marta, mesmo em frente ao mar, as inúmeras igrejas espalhadas pela vila (ver atração 10) e, claro, os seus restaurantes, especializados em marisco e peixe fresco.
@cm-mafra.pt
10 – Igrejas da Ericeira
A fé da vila e dos seus pescadores ganhou forma em vários templos religiosos, com destaque para a Igreja de São Pedro, situada no Largo com o mesmo nome, cujas origens remontam a meados do século XV.
A esta, juntam-se ainda a Igreja da Misericórdia da Ericeira e a Igreja de Santa Marta.
Mais pequenas, mas igualmente belas, são a Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem e a Capela de São Sebastião.
@paroquiadaericeira.pt

Tags:
Aldeia da Mata Pequena, Aldeia Típica José Franco, apada Nacional de Mafra, Centro de Recuperação do Lobo Ibérico, ERICEIRA, Igreja de Santo André, Jardim do Cerco, Mafra, Palácio Nacional e Convento de Mafra, tour turístico, VIAGEM, viagem local, viagem nacional

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Foto por @tintimruivo

Quantos concelhos em Portugal podem gabar-se de ter um dos mais importantes palácios do país, 13 praias incríveis e uma gastronomia do outro mundo?🏛️🏝️😋
Mafra pode. E nós, aqui tão perto, temos de o aproveitar. A 45 minutos de Lisboa, há muito para visitar, como o Palácio e o Convento de Mafra, a Tapada e, claro, as belas vilas de Mafra e da Ericeira.
Ora vê o nosso roteiro e, assim que for possível, parte à descoberta de um Oeste feito de História e de mar:
1 – Palácio Nacional e Convento de Mafra
Mandado construir pelo Rei D. João V no século XVIII, é um dos mais incríveis palácios portugueses e o mais importante monumento barroco do país. É composto pelo Paço Real, pela Basílica e pelo Convento, um conjunto monumental com 1200 divisões e 4700 portas e janelas.
De todas, a mais fascinante é, provavelmente, a Biblioteca, uma das mais bonitas e importantes do Mundo, que guarda nas suas estantes cerca de 40 mil livros.
Destaque ainda para os seis orgãos e para os dois carrilhões com 92 sinos que estão na Basílica, também eles únicos no mundo.
Queres saber mais sobre esta linda biblioteca? Lê este nosso artigo!

2 – Jardim do Cerco
Junto ao Convento, este jardim inspirado em Versailles tem cerca de oito hectares e um traçado tipicamente barroco.
Por lá, vais encontrar espelhos de água, uma nora centenária, árvores frondosas e a chamada Horta dos Frades, com plantas utilizadas em produtos medicinais.
Não deixes também de conhecer o Horto das Aromáticas, com 39 espécies de plantas medicinais culinárias.
@ericeiracamping.com
3 – Igreja de Santo André
Apesar de desconhecida por muitos, esta igreja na “Vila Velha” de Mafra guarda séculos de história, ou não tivesse sido construída no século XIV, a mando de D. Dinis.
É um dos mais importantes exemplos da arquitetura gótica paroquial da região, mas apenas pode ser visitada mediante marcação prévia (tel. 261 819 711).
@patrimoniocultural.gov.pt
4 – Tapada Nacional de Mafra
Criada em 1747 como parque de lazer e caça para o Rei D. João V, é a maior zona natural murada do país, com cerca de 819 hectares.
Além de uma grande variedade de flora, alberga também muitos animais em liberdade, como veados, javalis, gamos, répteis e aves.
Um local incrível para passear, mas também para fazer atividades em grupo ou em família, como passeios de burro, visitas noturnas e tiro com arco.
@visitportugal.com
5 – Aldeia Típica José Franco
À primeira vista, esta aldeia é como as outras. Tem um castelo, as casinhas brancas com listas azuis, um moinho e oficinas. Mas na verdade, é uma recriação de uma aldeia típica portuguesa, construída nos anos 60 do século passado.
Em modo de homenagem à sua terra e às suas memórias, o oleiro José Franco reconstruiu tudo o que caracteriza uma aldeia, mas em ponto mais pequeno. Um espaço curioso e autêntico, que faz as delícias de miúdos e graúdos.
Queres conhecer melhor a Aldeia Típica José Franco? Espreita aqui!

6 – Aldeia da Mata Pequena
É uma típica aldeia saloia, situada nos arredores de Mafra e a menos de uma hora de Lisboa.
Recuperada para o turismo, é composta por uma dúzia de casinhas, todas diferentes, onde se pode descansar e aproveitar a tranquilidade da região.
Tem uma pequena quinta com animais que os miúdos adoram.
Esta é um das nossas aldeias preferidas perto de Lisboa. Conhece-a melhor!

7 – Centro de Recuperação do Lobo Ibérico
Criado em 1987 pelo Grupo Lobo, na Quinta da Murta (Gradil), é um espaço único no país que acolhe lobos que não podem viver em liberdade, vítimas por exemplo de armadilhas ou maus tratos.
Aqui, podem estar em condições semi-naturais, num espaço cercado, mas de grandes dimensões, com cerca de 17 hectares arborizados.
@visitportugal.com
8 – Praias
Com uma invejável costa de 11 quilómetros, o concelho de Mafra tem 13 praias: Porto Barril, Calada, São Lourenço, Coxos, Ribeira d`Ilhas, Empa, Matadouro, São Sebastião, Algodio, Pescadores, Sul, Foz do Lizandro e São Julião.
Todas tem águas límpidas e frias (só custa a entrar), além de uma ondulação que convida ao surf e ao bodyboard.
Não é por acaso que a organização norte-americana “Save The Waves Coalition” classificou a Ericeira como Reserva Mundial de Surf.
@dhcmatias
9 – Ericeira
As praias fazem a fama da Ericeira, mas esta vila piscatória tem muito mais para conhecer. O melhor ponto de partida para qualquer passeio é a Praça da República, conhecida por todos como Largo do Jogo da Bola, onde turistas e locais se juntam para descontrair numa esplanada, fazer compras nas lojas ou visitar o Centro de Interpretação da Reserva Mundial de Surf da Ericeira.
A dois passos, fica o belo edifício da Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva, antigo Casino da Ericeira.
Nos arredores, vale a pena visitar a Praia dos Pescadores, o Parque de Santa Marta, mesmo em frente ao mar, as inúmeras igrejas espalhadas pela vila (ver atração 10) e, claro, os seus restaurantes, especializados em marisco e peixe fresco.
@cm-mafra.pt
10 – Igrejas da Ericeira
A fé da vila e dos seus pescadores ganhou forma em vários templos religiosos, com destaque para a Igreja de São Pedro, situada no Largo com o mesmo nome, cujas origens remontam a meados do século XV.
A esta, juntam-se ainda a Igreja da Misericórdia da Ericeira e a Igreja de Santa Marta.
Mais pequenas, mas igualmente belas, são a Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem e a Capela de São Sebastião.
@paroquiadaericeira.pt

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Aldeia da Mata Pequena, Aldeia Típica José Franco, apada Nacional de Mafra, Centro de Recuperação do Lobo Ibérico, ERICEIRA, Igreja de Santo André, Jardim do Cerco, Mafra, Palácio Nacional e Convento de Mafra, tour turístico, VIAGEM, viagem local, viagem nacional

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Top 15 dos sítios a visitar em Sintra – uma vila digna de um conto de fadas!

Visitar Sintra é como entrar num reino romântico onde palácios majestosos, um castelo de conto de fadas e mansões fascinantes emergem no meio de colinas e florestas exuberantes.

Aqui, a paisagem cultural é de cortar a respiração e é por isso Património Mundial da UNESCO desde 1995.

Localizada a apenas 30 km da capital portuguesa Lisboa, Sintra tem uma beleza única em Portugal e encontrará símbolos únicos do Romantismo, Neogótico e Neomanuelino.

Aviso: Este artigo pode conter links afiliados, o que significa que receberei uma pequena comissão se decidir fazer uma compra / reserva através dos meus links, sem qualquer custo para si. Por favor, leia as Advertências Legais para mais informações.

Neste artigo, mostrar-vos-ei os 15 locais que não devem perder quando visitarem o concelho de Sintra.

Descobrirá um pitoresco centro histórico, vários palácios onde residia a aristocracia portuguesa e estrangeira, um castelo, praias sublimes e um parque natural de rara beleza.

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Eis os 15 principais sítios para visitar em Sintraif(typeof __ez_fad_position != ‘undefined’){__ez_fad_position(‘div-gpt-ad-gotoportugal_eu-box-2-0’)};Conteúdos do Artigo – Sommaire – ContentsEis os 15 principais sítios para visitar em Sintra1. Centro histórico de Sintra2. Palácio Nacional de Sintra3. Quinta da Regaleira4. Castelo dos Mouros5. Parque e Palácio Nacional da Pena 6. Chalet e Jardim da Condessa d’Edla7. Parque e Palácio de Monserrate8. Santuário da Peninha9. Eléctrico de Sintra 10. Cabo da Roca11. Praia da Ursa12. Azenhas do Mar13. Praia do Magoito14. Praia de São Julião15. Palácio Nacional e Jardins de QueluzO que visitar em Sintra num dia?O que visitar em Sintra em 2 dias?O que visitar em Sintra em 3 dias ou mais?Onde dormir em SintraOnde comer em SintraComo chegar a SintraComo se deslocar em SintraTambém lhe vai interessar:

1. Centro histórico de Sintra

Situado no sopé do Monte da Lua (528 metros acima do nível do mar), o pitoresco centro histórico de Sintra merece que se perca nas suas ruas estreitas.

Vai encontrar vários restaurantes, lojas de souvenirs e a famosa pastelaria Casa Piriquita, fundada em 1862, onde poderá desfrutar das deliciosas Queijadas e Travesseiros, as especialidades de Sintra.

2. Palácio Nacional de Sintra

O Palácio Nacional de Sintra é considerado o palácio português mais antigo (a sua primeira versão foi construída por volta do século X ou XI) e viu quase todos os reis e rainhas viverem ali até 1910, altura do fim da monarquia em Portugal.

Expandido ao longo dos séculos, o palácio tem vários estilos arquitectónicos, os mais importantes dos quais são o gótico e o manuelino.if(typeof __ez_fad_position != ‘undefined’){__ez_fad_position(‘div-gpt-ad-gotoportugal_eu-box-4-0’)};

Durante a sua visita ao centro histórico de Sintra, não hesite em visitar o Palácio Nacional de Sintra (5º monumento mais visitado em Portugal) para descobrir como viveu a família real portuguesa.

Site (informações + mapa ): https://www.parquesdesintra.pt/Compre aqui os bilhetes para aceder ao palácio

3. Quinta da Regaleira

A Quinta da Regaleira é uma propriedade de 4 hectares localizada junto ao centro histórico de Sintra, com muitos jardins, lagos, grutas, construções enigmáticas e um belo palácio, construído entre 1904 e 1910.

Durante a sua visita, não perca o Poço Iniciático, a Torre Zigurate, o Lago da Cascata, a Torre da Regaleira, as Grutas da Leda e Labirinto, a Capela da Santíssima Trindade e o Palácio.

Para facilitar a sua visita, comece pelo lado direito (após a entrada) e suba até ao topo da propriedade, depois desça pelo lado esquerdo (oeste), terminando no palácio.

Convido-o a fazer o download do mapa da Quinta da Regaleira aqui.

Site para comprar os bilhetes : https://regaleira.byblueticket.pt/

4. Castelo dos Mouros

O Castelo dos Mouros, também conhecido como Castelo de Sintra, é uma fortaleza construída no século X durante a ocupação muçulmana da Península Ibérica. Após a reconquista cristã, o castelo foi ampliado e até acolheu uma aldeia medieval até ao século XV.

Quem tiver a sorte de descobrir esta arquitectura particular, localizada entre as rochas e sobre as falésias, será contemplado por uma vista que vai desde a vila de Sintra até ao Oceano Atlântico.

Site (informações + mapa ): https://www.parquesdesintra.ptCompre aqui os bilhetes para aceder ao castelo

5. Parque e Palácio Nacional da Pena

O Palácio da Pena é sem dúvida o palácio mais bonito de Portugal! É tão único, que em 2007 foi considerado uma das Sete Maravilhas de Portugal. A sua beleza é tal que recebe mais de um milhão de visitantes por ano (fora do período “covid”).

O palácio foi construído entre 1842 e 1854 sobre as ruínas do mosteiro de São Jerónimo, que foi adquirido (juntamente com a floresta circundante) em 1838 pelo Rei D. Fernando II de Portugal.

Em 1910, com a proclamação da República, a Rainha D. Amélia teve de deixar o palácio da Pena à pressa para se juntar à família em Mafra e depois Ericeira, de onde partiu com a sua família no iate real para o exílio.

Durante a sua visita, além de descobrir o Palácio da Pena, perca-se no seu magnífico parque arborizado onde se encontra o ponto mais alto (Cruz Alta) da Serra de Sintra (528 metros acima do nível do mar).

Daqui terá a oportunidade de ver Lisboa, Cascais, o Oceano Atlântico e o Palácio Nacional da Pena.

Dica: como este palácio é muito turístico, visite-o assim que abrir para poder tirar fotografias com poucas pessoas, e depois vá visitar o parque e a Cruz Alta. O parque abre às 9.00 horas e o palácio às 9.30 horas.

Informação: Aconselho a comprar os bilhetes para entrar no parque e palácio na Internet (link). Para além de ter um desconto de 5%, terá prioridade para entrar no palácio.

O horário que escolher no bilhete é o que tem de estar na entrada do palácio. Esteja presente na entrada do parque 30 minutos antes para ter tempo de chegar ao palácio à hora escolhida. Se se atrasar, perderá a sua vantagem e será colocado na mesma fila que as pessoas que compraram os bilhetes no local.

Site (informações + mapa ): https://www.parquesdesintra.ptCompre aqui os bilhetes para aceder ao parque e palácio (neste link não tem prioridade na fila para entrar no palácio)

6. Chalet e Jardim da Condessa d’Edla

© wikipedia.org – Lijealso

Após a morte da sua primeira esposa, o Rei D. Fernando II (o que construiu o Palácio da Pena) apaixona-se pela cantora de ópera Elise Friederike Hensler (mais tarde Condessa d’Edla).if(typeof __ez_fad_position != ‘undefined’){__ez_fad_position(‘div-gpt-ad-gotoportugal_eu-banner-1-0’)};

Juntos construíram este chalet de estilo alpino no final do século XIX e embelezaram o jardim circundante. O chalet Condessa d’Edla tem uma decoração ecléctica constituída por pinturas murais, azulejos e cortiça. No exterior existe uma rica vegetação de espécies botânicas.

Após a morte do Rei D. Fernando II em 1885, a condessa herdou todos os seus bens (Palácio da Pena, Castelo dos Mouros, chalet, etc.), mas manteve apenas o usufruto do chalet, depois de vender os bens herdados ao Estado português.

Em 1999, um grande incêndio destruiu parte deste belo chalet. Após mais de 4 anos de renovações, o chalet Condessa d’Edla reabriu ao público em 2011.

Informação: Os bilhetes para visitar o chalet e jardim da Condessa d’Edla estão incluídos nos bilhetes para o Parque Nacional e Palácio da Pena.Site (informações + mapa ): https://www.parquesdesintra.pt

7. Parque e Palácio de Monserrate

Em 1846, o comerciante inglês Francis Cook comprou a propriedade de Monserrate e construiu um magnífico palácio com influências góticas, mouras e indianas. No exterior, construiu gradualmente um dos mais belos jardins botânicos em Portugal.

A família Cook passou muitos verões neste cenário idílico até que o Parque e Palácio de Monserrate foi vendido ao estado português em 1949.

O parque e o palácio foram abertos ao público em 2010, mas os trabalhos de restauro do interior do palácio só foram concluídos em 2016. Hoje pode descobrir o palácio com o esplendor de antigamente.

Site (informações + mapa ): https://www.parquesdesintra.ptCompre aqui os bilhetes para aceder ao parque e palácio

8. Santuário da Peninha

O Santuário da Peninha está localizado num dos lugares mais belos do Parque Natural de Sintra! Durante a minha última visita a Sintra e à sua região, apaixonei-me por este lugar.if(typeof __ez_fad_position != ‘undefined’){__ez_fad_position(‘div-gpt-ad-gotoportugal_eu-large-leaderboard-2-0’)};

A pequena estrada rodeada de árvores (estrada da Peninha) que conduz ao santuário situado a uma altitude de 488 metros já é uma atração em si.

Depois de deixar o carro no parque de estacionamento, subimos os últimos 300 metros a pé para descobrir uma das mais belas vistas de Sintra. Pode-se ver o Oceano Atlântico, Cascais e uma grande parte do parque natural.

Depois de desfrutar da vista, suba as escadas até à capela de Nossa Senhora da Penha e o pequeno palácio construído em 1918 pelo proprietário da Quinta da Regaleira.

9. Eléctrico de Sintra

© wikipedia.org – Tuvalkin

Se ficar em Sintra mais do que um dia (o que recomendo), faça um passeio no bonito eléctrico da cidade, inaugurado em 1904.

Parte de Vila Alda – Casa do Elétrico de Sintra no centro da vila (a 700 metros da estação de comboios de Sintra) e vai até à Praia das Maças, um percurso de 11 km durante 45 minutos.

Em 1930, o percurso foi alargado (1,9 km) até à bela aldeia de Azenhas do Mar (nº12 deste artigo), mas com a chegada dos autocarros, esta parte do percurso foi definitivamente encerrada em 1955.

Apanhar o eléctrico em Sintra permitir-lhe-á viajar no tempo, descobrir calmamente uma parte deste município e conhecer à Praia das Maças.

Informação: A menos de 2 km da Praia das Maças tem a bela Praia Grande e a aldeia Azenhas do Mar que pode visitar a pé ou de autocarro (441) a partir da Praia das Maças.Site (horários, preço e mapa): https://visitsintra.travel/pt/descobrir/electrico-de-sintra

10. Cabo da Roca

A cerca de 150 metros acima do nível do mar, o Cabo da Roca é o ponto mais ocidental do continente europeu. Daqui poderá desfrutar de belas paisagens, tais como a Serra de Sintra e o litoral.

Além das paisagens, encontrará o farol do Cabo da Roca construído em 1758 (o segundo mais antigo de Portugal) com uma altura de 22 metros, uma loja de souvenirs e um bar/restaurante.

Informação: Se não tem carro, ou não deseja fazer uma excursão pelo Cabo da Roca, pode apanhar o autocarro 403 na estacão de comboios de Sintra ou da central de camionagem de CascaisEndereço: Estrada do Cabo da Roca s/n, 2705-001 Colares, Portugal

11. Praia da Ursa

Considerada uma das mais belas praias do mundo pelo Guia Michelin, a Praia da Ursa está situada a cerca de 1 km a norte do Cabo da Roca. O nome da praia vem das duas formações rochosas que aparecem na água, Ursa e Gigante.

Para chegar à Praia da Ursa, deixe o seu carro no Cabo da Roca ou no início do caminho de terra (do lado norte da estrada), depois caminhe um pouco menos de um quilómetro.

No final do caminho, desça pelo percurso à esquerda, que é um pouco mais fácil do que os outros, mas tenha cuidado para não cair, pois a descida é bastante íngreme.

Uma vez na praia, não coloque as suas toalhas junto às falésias para evitar de levar com pedras na cabeça (já houve acidentes mortais).

Endereço: Google Maps

12. Azenhas do Mar

A 13 km do centro histórico de Sintra encontra-se a pitoresca aldeia de Azenhas do Mar. Está localizada nas falésias viradas para o Oceano Atlântico, num frente-a-frente magnífico!

No local, pode desfrutar da bela piscina oceânica, comer peixe fresco ou beber algo no restaurante Azenhas do Mar (tem também um bar) e apreciar a bela vista do miradouro das Azenhas do Mar.

13. Praia do Magoito

Seria uma pena visitar o Parque Natural de Sintra e ir embora sem descobrir uma ou mais das suas belas praias!

A Praia do Magoito é muito conhecida pela sua beleza, mas também pela sua duna fóssil com mais de 10 mil anos de existência, situada ao longo da rampa de acesso à praia. Denominada duna consolidada, é formada pela acumulação de areia resultante da acção combinada do vento e do mar.

Informação: O acesso oficial situa-se do lado norte da praia através da aldeia do Magoito. Se utilizar o Google Maps como GPS, este irá levá-lo para o lado sul, um caminho de terra usado para levar mercadorias para o bar da praia.

14. Praia de São Julião

A Praia de São Julião situa-se no ponto mais a norte do parque natural, a 20 km do centro histórico de Sintra e a apenas 8 km da pitoresca vila da Ericeira.if(typeof __ez_fad_position != ‘undefined’){__ez_fad_position(‘div-gpt-ad-gotoportugal_eu-leader-3-0’)};

Rodeada de altas falésias, esta praia é popular entre os surfistas, pescadores e amantes de belas paisagens. Suba as falésias e aprecie a vista sobre uma das mais belas praias da região de Lisboa.

15. Palácio Nacional e Jardins de Queluz

© wikipedia.org – Pedro

O Palácio Nacional de Queluz, situado a 16 km de Sintra e Lisboa, foi a residência da família real portuguesa de 1794 a 1807, quando a família real fugiu para o Brasil por causa das invasões francesas (tropas napoleónicas).

Após o regresso da família real, o palácio perdeu a sua importância e foi habitado de forma esporádica. Em 1910, com o fim da monarquia, o palácio foi classificado como monumento nacional e a partir de 1957 recebeu Chefes de Estado estrangeiros em visitas oficiais a Portugal.

Durante a sua visita, para além de descobrir os interiores do palácio, perca-se nos jardins exuberantes que representam o bom gosto da corte durante a “moda” dos estilos barrocos e neoclássicos.

Site (informações + mapa ): https://www.parquesdesintra.ptCompre aqui os bilhetes para aceder ao jardim e palácio

    Dias necessários para visitar Sintra: no mínimo 2 dias

O que visitar em Sintra num dia?

Se tiver apenas um dia para visitar Sintra, descubra o Parque e Palácio Nacional da Pena, o chalet e jardim da Condessa d’Edla (incluído no preço do Palácio Nacional da Pena), a Quinta da Regaleira, o centro histórico e se tiver um carro, termine o seu dia no santuário da Peninha para admirar as belas paisagens ao pôr-do-sol.

O que visitar em Sintra em 2 dias?

Para além dos lugares mencionados para visitar Sintra num dia, no dia 2 descubra o Palácio Nacional de Sintra, o Parque e Palácio de Monserrate, Cabo da Roca, Azenhas do Mar e a Praia do Magoito.if(typeof __ez_fad_position != ‘undefined’){__ez_fad_position(‘div-gpt-ad-gotoportugal_eu-large-mobile-banner-1-0’)};

O que visitar em Sintra em 3 dias ou mais?

Se tiver mais de 2 dias para visitar Sintra, a primeira coisa que deve fazer é visitar o Palácio Nacional e Jardins de Queluz, dar um passeio no Eléctrico de Sintra e desfrutar das belas praias do Parque Natural de Sintra.

Onde dormir em Sintra

Sintra Boutique Hotel****

Situado à entrada do centro histórico de Sintra, este hotel oferece quartos e suites com vista para o centro histórico e para o parque natural de Sintra. Tem um jardim com um bar onde pode relaxar.

Sintra 1012 Boutique Guesthouse 

Localizado no centro histórico de Sintra, o Sintra 1012 Boutique Guesthouse é ideal para casais ou famílias, uma vez que a casa de hóspedes oferece quartos, um estúdio e um apartamento para alugar.

Chalet Saudade

Situado mesmo ao lado da estação de comboios de Sintra, longe das atracções turísticas, o Chalet Saudade é muito popular entre os clientes anteriores (classificação 9,5/10 com mais de 1500 críticas). Data do século XIX e oferece vistas panorâmicas dos arredores.

Cosy Sintra 

Localizado a menos de 2 km a pé do centro histórico, o Cosy Sintra é ideal para aqueles que querem um lugar mais calmo para dormir.if(typeof __ez_fad_position != ‘undefined’){__ez_fad_position(‘div-gpt-ad-gotoportugal_eu-leader-2-0’)};

Se preferir ficar em Lisboa veja aqui o top 3 dos melhores hotéis na capital portuguesa

Onde comer em Sintra

Casa Piriquita

Saudade

Incomum by Luis Santos

Nau Palatina

Como chegar a Sintra

Pode ir a Sintra de carro, comboio, autocarro ou numa excursão de um dia.

Se optar por ir de carro, aconselho-o a deixá-lo no parque de estacionamento da Portela de Sintra (1,8 km do centro histórico), Sintra Parking (1,3 km do centro histórico), Rio do Porto (não são permitidas autocaravanas – 450 metros do centro histórico) ou Largo São Pedro Penaferrim (gratuito – 1,5 km do centro histórico).

Se vem de Lisboa, recomendo que apanhe o comboio na estação do Rossio em direção a Sintra (estação a 1 km do centro histórico). O trajeto demora 45 minutos.

Se vem da Ericeira, Mafra, Cascais ou Oeiras, pode ir de autocarro. Veja aqui os horários.

A outra forma de visitar Sintra é fazer uma excursão de um dia a partir de Lisboa. Deixo-lhe abaixo as actividades melhor classificadas:

Como se deslocar em Sintra

O centro histórico deve ser visitado a pé. Para visitar o chalet da Condessa d’Edla, o castelo dos Mouros e o Palácio Nacional da Pena, deve fazê-lo a pé ou de autocarro turístico.

Do centro histórico para visitar os lugares mencionados no parágrafo acima, terá de caminhar 7 km em estradas de montanha (250 metros de desnível).

Se deixar o seu carro no parque de estacionamento do Largo São Pedro Penaferrim, comece o passeio pelo Palácio Nacional da Pena, depois visite o Castelo dos Mouros, o chalet Condenssa d’Edla e termine no centro histórico.

A melhor maneira de visitar todos estes lugares é utilizar o autocarro turístico de Sintra. Apanhe o autocarro 434 (circuito da Pena) para visitar o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e o Palácio Nacional de Sintra.

Para visitar a Quinta da Regaleira e o Palácio de Monserrate, apanhe o autocarro 435 (Villa Express 4 palácios).

Informação: Ambas as linhas de autocarros passam pela estação de Sintra (ideal para quem vem de comboio).

Para visitar os outros pontos mencionados no artigo, aconselho-o a utilizar um carro.

Clique no mapa para aceder ao Google Maps

Vai visitar Sintra? Então não hesite em reservar o seu hotel, o seu carro ou as melhores atividades passando pelos links aqui em baixo. Vai-me permitir continuar a oferecer-lhe gratuitamente dicas e guias para visitar Portugal. Obrigado!if(typeof __ez_fad_position != ‘undefined’){__ez_fad_position(‘div-gpt-ad-gotoportugal_eu-large-mobile-banner-2-0’)};

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O que fazer em Lisboa: 23 atrações imperdíveis na capital portuguesa

Na hora de procurar o que fazer em Lisboa o turista pode ficar um pouco perdido em meio às tantas áreas turísticas na cidade.

Por isso, resolvemos listar as principais atrações da cidade divididas conforme as regiões de Lisboa nas quais elas se encontram. Desse jeito fica mais fácil para o visitante montar seu roteiro e decidir o que visitar na cidade.

A capital de Portugal é grande e muita gente, ao chegar lá, pode ficar perdido na hora de decidir o que fazer em Lisboa. Mas ao se organizar e aprender a se situar na cidade será fácil achar seus pontos turísticos mais procurados.

Já estivemos em Lisboa muitas vezes e nesse meio tempo exploramos bastante a cidade e seus arredores. Nossa lista inclui alguns pontos turísticos muito famosos e outros locais que muitos viajantes não costumam visitar, mas que nós adoramos.

Lisboa é uma das capitais europeias que mais gostamos. As atrações que selecionamos não incluem tudo o que a cidade tem a oferecer, mas servem como um bom guia para quem quer explorar a cidade a fundo.

Programe-se: Saiba onde ficar em Lisboa, os melhores bairros e hotéis em 9 regiões da cidade.

O que fazer em Lisboa: as 23 melhores atrações

Fizemos uma seleção das melhores e mais importantes atrações para ajudar a montar seu roteiro do que fazer em Lisboa.

A lista está ordenada e subdividida conforme as regiões da cidade, para facilitar sua vida como turista.

Para nós, as 22 melhores atrações de Lisboa são:

As ruas de LisboaPraça do ComércioPasseio de Barco pelo Rio TejoRua AugustaElevador de Santa JustaPraça Luis de CamõesEléctrico 28Miradouros da Senhora do Monte e de Santa LuziaIgreja de São Vicente de ForaFeira da LadraPanteão NacionalCastelo de São JorgeTorre de BelémMosteiro dos JerônimosPadrão dos DescobrimentosPastéis de BelémPríncipe RealMiradouro de São Pedro de AlcântaraBasílica da EstrelaJardim da EstrelaGare do OrienteOceanárioTeleférico

1.     As ruas de Lisboa

Sem sombra de dúvidas a maior atração de Lisboa é sua urbanização e a forma como ocupa suas colinas.

As ruas de Lisboa estão entre as mais bonitas que visitamos na vida, e olha que já caminhamos pelas avenidas de Paris e Londres.

Suas ruas são angulares, seus muitos sobrados se sobrepõem uns aos outros, criando ângulos lindos nunca vistos.

Todas as vezes que caminhávamos por Lisboa, demorávamos mais do que o necessário para chegar ao nosso destino, pois eu precisava parar para fotografar cada esquina.

Tente usar seus pés como transporte e se jogue nas ruelas da capital portuguesa. Caso queira percorrer a cidade em um tour guiado, reserve sua vaga aqui. É grátis! É muito bem recomendado e passa por toda a região central a pé, com um guia explicando tudo em português.

Para os turistas que não puderem ou não quiserem andar, até porque Lisboa é uma cidade cheia de subidas e descidas, o ônibus turístico pode funcionar bem. O passe dura 24 horas e apresenta 3 tours diferentes: pela cidade, pela beira do rio Tejo até o Parque das Nações e por Belém. Nesses tours o turista determina onde subir e descer e a ordem em que vai visitar as atrações.

Leia mais: Quais são as melhores apólices de seguro viagem para Portugal?

As regiões da Baixa Pombalina, Chiado e Carmo

Aqui é o coração de Lisboa, a região comercial e por onde todo turista que visita a cidade começa a explorá-la.

Há muitas lojas internacionais, restaurantes e atividades turísticas para todos os gostos.

2.     Praça do Comércio

A Praça do Comércio, ou Terreiro do Paço, é a grande atração dessa região.

Fica na beira do Rio Tejo e é uma das maiores praças da Europa.

Foi erguida após o terremoto de 1755 que devastou Lisboa, a mando do Marquês de Pombal. Ali funcionam até hoje vários ministérios do governo português.

Com uma estátua de D. José I em cima de um cavalo, a praça possui edifícios charmosos em seu entorno e ainda conta com o Arco Triunfal da Rua Augusta, um dos cartões postais mais conhecidos do país.

É um lugar perfeito para passar o final da tarde tomando um café e vendo as cores do pôr do sol colorir tudo de laranja. É muito comum os portugueses saírem de seus trabalhos e sentar na beira do rio Tejo para ver o dia se despedindo.

A Praça do Comércio é definitivamente um dos pontos altos de Lisboa.

3. Passeio de barco pelo Rio Tejo

Um dos mais incríveis passeios em Lisboa é o tour
de barco pelo Rio Tejo, que nos permite ver a cidade de um novo e único
ângulo.

O passeio sai de Belém e passa por inúmeros pontos
turísticos, como a Torre de Belém, a Ponte 25 de Abril e a Praça do Comércio.

Além disso, dependendo da época do ano, é possível ver
golfinhos saltando ali, o que torna o passeio ainda mais especial!

Para quem quiser saber do tour em detalhes, temos um post dedicado só a
ele.

4.     Rua Augusta

A Rua Augusta é uma das mais famosas de Portugal.

É uma rua de pedestres que vai do Arco Triunfal até a Praça do Rossio.

Ao longo de sua extensão ficam diversos restaurantes, de tipos variados, mas de caráter amplamente turístico, com mesas ocupando quase a totalidade da rua. Vale a pena escolher um deles, sentar para comer um delicioso bolinho de bacalhau – que lá eles chamam de pastel de bacalhau – e tomar um vinho.

No comércio da Rua Augusta se destacam as lojas de marcas internacionais, ideais para quem também quer fazer compras.

5.     Elevador de Santa Justa

Conhecido por sua beleza, funcionando numa torre em estilo neo-gótico, o Elevador de Santa Justa se encontra na interseção das Ruas Áurea com a de Santa Justa. Dá acesso ao Largo do Carmo, onde fica o convento de mesmo nome.

Funciona desde 1902 exatamente da mesma forma.

6.     Praça Luis de Camões

É uma linda praça com a estátua de Camões, o grande poeta português, em seu centro.

Nela fica localizada a embaixada brasileira e bem perto dali funciona o restaurante e café “À Brasileira”. Fundado em 1905 ficou famoso por conta de um de seus frequentadores: Fernando Pessoa. Tanto é que existe uma estátua dele logo em frente.

A Praça Luis de Camões é um ótimo local para embarcar no eléctrico 28 que vai até a Alfama. Dali as chances são maiores de você viajar sentado.

Para quem prefere fazer um tour guiado por Lisboa, mas quer incluso um passeio de bonde e uma degustação de pasteis de nata, nada melhor do que agendar o passeio antecipadamente, com guia falando português com 3 horas de duração. O passeio sai justamente da Praça Luis de Camões.

A região da Alfama

Alfama é a região mais antiga da cidade, então não pode ficar fora de nenhuma lista do que fazer em Lisboa.

O bairro possui ruas estreitas que datam da época do domínio mouro em Portugal e é o berço do fado.

A visita a Alfama ainda tem um atrativo que é poder ir de um lugar ao outro nos antigos eléctricos – os bondes portugueses.

Leia mais: Veja nosso roteiro para explorar o bairro da Alfama a fundo, de uma maneira bem prática, passo-a-passo.

7.     Andar de eléctrico

A melhor forma de começar seu dia de turismo em Alfama é pegando o eléctrico 28, que cruza todo o bairro. Comece sua viagem no ponto mais afastado possível para poder ir sentado e tranqüilo (aconselhamos a esperar na Praça Luis de Camões).

O ideal é usar o eléctrico para ir até o ponto mais alto do bairro, o Miradouro da Senhora do Monte, e de lá descer pelas ruas de Alfama a pé.

Outra opção é fazer o tour de bonde turístico. Com ele é possível fazer quantas viagens quiser num período de 24 horas, seguindo o percurso que for melhor de acordo com seu roteiro.

8.     Miradouros Senhora do Monte e Santa Luzia

Lisboa é uma cidade construída em cima de colinas e Alfama não poderia deixar de ter suas ruas e casas em subidas e descidas.

Do alto de Alfama, os turistas têm as melhores vistas da cidade em dois mirantes: o Miradouro da Senhora do Monte, que fica mais no alto, e o de Santa Luzia.

9.     Igreja São Vicente de Fora

Uma das primeiras igrejas em estilo maneirista no país, a Igreja de São Vicente de Fora homenageia o padroeiro da cidade de Lisboa.

É uma edificação linda, que fica em uma região estratégica entre os dois miradouros de Alfama.

No interior do mosteiro, que fica ao lado da igreja, se encontra o Panteão da Dinastia de Bragança. Lá está enterrada a maior parte dos monarcas antecessores dos que trouxeram a corte para o Brasil.

10.     Feira da Ladra

A Feira da Ladra é uma feirinha de rua, ou um mercado de pulgas, que acontece todas as terças e sábados ao lado da Igreja de São Vicente de Fora.

Por lá é possível encontrar de tudo, de azulejos a lembrancinhas baratas para trazer de volta de Portugal.

Mesmo sem comprar nada, é um local interessante para passar o tempo fotografando os moradores e suas mercadorias.

11.     Panteão Nacional

A Igreja de Santa Engrácia foi elevada ao título de Panteão Nacional em homenagem aos militares e grandes cidadãos portugueses.

A entrada é paga, mas vale incluí-la em sua lista do que fazer em Lisboa nem que seja somente para tirar umas fotos do lado de fora, por conta de sua beleza.

12.     Castelo de São Jorge

Um dos pontos turísticos mais visitados em Portugal, o Castelo de São Jorge une tudo o que um turista procura ao visitar Lisboa: história e paisagens.

Do castelo se tem a melhor vista da cidade. Termine sua visita no pôr do sol para ver as mais incríveis cores no céu lisboeta.

Conheça o Castelo de São Jorge em detalhes, e veja todas as informações de como chegar lá e aproveitar ao máximo sua visita.

A região de Belém

Belém é outra área da cidade que não pode ficar de fora do roteiro de quem quer visitar tudo o que Lisboa tem a oferecer.

A região é repleta de história e é superimportante na criação de nosso país, o Brasil, pois foi de lá que as caravelas de Pedro Álvares Cabral partiram.

O bairro é bem tranqüilo de ser visitado por conta própria. Mas se você prefere fazer um passeio guiado, o ideal é agendar o tour por Lisboa de ônibus turístico que inclui o bairro de Belém e suas atrações.

13.     Torre de Belém

Um dos monumentos mais visitados de Portugal, a Torre de Belém é um dos símbolos do país devido a sua importância histórica.

Lindíssima, fica nas águas do Rio Tejo e já passou por inúmeras transformações até virar a atração turística que conhecemos hoje.

Dali da Torre de Belém sai também o passeio mais gostoso e inusitado de Lisboa, o tour de barco, onde o turista tem a oportunidade de ver a cidade de outro ângulo. O passeio é feito em um veleiro que vai de Belém até Alfama. Muito agradável!

Conheça os detalhes da visita à Torre de Belém.

14.     Mosteiro dos Jerônimos

Uma das atrações mais belas de Portugal, o Mosteiro dos Jerônimos é um perfeito exemplo da arquitetura manuelina.

Além dos maravilhosos edifícios que compõem o conjunto arquitetônico – a Igreja de Santa Maria de Belém e o mosteiro em si – uma visita ainda permite que se conheça o local onde estão enterrados dois célebres portugueses: Camões e Vasco da Gama.

Uma das atrações de Lisboa que mais gostamos, veja como incluir o Mosteiro dos Jerônimos em seu roteiro pelo bairro de Belém.

15.     Padrão dos descobrimentos

O Padrão dos Descobrimentos é um monumento erguido em homenagem às grandes navegações portuguesas, que expandiram a visão de mundo na época e exploraram inúmeras terras nos cinco continentes, incluindo o Brasil.

Enorme e poderoso, uma visita ao monumento é indispensável. A vista do seu topo é belíssima.

Entenda todos os detalhes do Padrão dos Descobrimentos.

16.     Pastéis de Belém

O único local do mundo autorizado a chamar seus pasteis de nata de “pastéis de Belém” fica, claro, em Belém.

É só procurar a Antiga Confeitaria de Belém e se esbaldar em seus doces maravilhosos. São deliciosos e uma visita à confeitaria é obrigatória a quem vai a Lisboa.

Saiba como visitar a confeitaria mais famosa de Lisboa e descobrir o que esperar dos famosos pastéis de Belém.

As regiões de Príncipe Real, Bairro Alto e Estrela

Este pedaço de Lisboa é uma de suas áreas mais nobres, essencialmente residenciais, muito charmosas, com lindos jardins e praças. Seus bairros contam com vários restaurantes aconchegantes e ótima comida.

A noite por ali também é super badalada, em especial no Bairro Alto, que conta com várias boates e bares.

17.     Príncipe Real

Príncipe Real é um dos bairros mais caros da cidade, mas ainda assim tem preços acessíveis para ficar hospedado e comer bem.

Em nossas andanças à noite, quando o bairro fica bem movimentado, achamos vários restaurantes pequeninos de qualidade inestimável.

É uma área ótima para quem quer se sentir um local, sentar nos quiosques da praça e tomar um vinho à noite.

18.     Miradouro São Pedro de Alcantara

Juntamente com os jardins de mesmo nome, o Miradouro São Pedro de Alcântara fica na descida do Bairro Alto em direção à Praça de Camões.

Lá é possível sentar em um dos bancos e ver a cidade viva, com pessoas andando pra lá e pra cá, as casinhas de telhas ocres lá embaixo e o Castelo de São Jorge coroando a paisagem.

Normalmente é possível encontrar senhores tocando fado no mesmo local. Um lugar muito agradável.

19.     Basílica da Estrela

A Basílica da Estrela foi construída a mando de D. Maria I, conhecida aqui no Brasil como “A Louca”, em agradecimento pelo nascimento de seu herdeiro homem.

Os restos mortais da rainha estão no interior da igreja e é a única monarca da dinastia dos Bragança – exceto D. Pedro I e II, que estão sepultados no Brasil – que não está enterrada no panteão da Igreja de São Vicente de Fora.

A basílica é muito bonita, com uma cúpula rústica e arquitetura barroca.

20.     Jardim da Estrela

Localizado do outro lado da basílica, é um lindo jardim no bairro da Estrela.

Possui lagos cheios de marrecos e patos, coretos que criam vida durante o verão onde várias bandinhas tocam, e alguns quiosques para lanchinhos rápidos.

Parque das Nações

Uma zona industrial revitalizada para a Expo 1998, hoje é a área mais moderna da cidade, com edifícios altos, ruas largas e vários museus. Também é sede do Oceanário de Lisboa, um dos maiores do mundo.

Além disso, um dos atrativos é sua estação de metrô, a Gare do Oriente, projetada pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, o mesmo que concebeu o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Veja nosso roteiro completo para explorar a pé o Parque das Nações.

21.     Gare do Oriente

Por sua arquitetura, a Gare do Oriente entra na lista de muitas pessoas que procuram o que fazer em Lisboa. É uma estação de metrô projetada pelo renomado arquiteto Santiago Calatrava, autor entre outras obras, do Museu do Amanhã, no Rio, da Puente de La Mujer em Buenos Aires e do Oculus, em Nova York.

Sua arquitetura é belíssima e a estação se conecta com o shopping center Vasco da Gama, para quem quiser ir às compras ou procurar o que comer.

22.     Oceanário

O edifício mais famoso do Parque das Nações é o Oceanário de Lisboa e já foi considerado o melhor aquário do mundo, com inúmeras espécies de animais marinhos.

Ali também fica o centro de oceanografia e biologia, onde estudos são feitos com essa temática. Os adultos se divertem e as crianças se encantam neste lugar.

23.     Teleférico

Logo atrás do Oceanário fica a entrada para o Teleférico de Lisboa, que atravessa uma parte do Rio Tejo pelo alto, o que rende belas fotos.

O Parque das Nações é uma região bem grande e caminhar por toda sua extensão pode ser bem exaustivo, então o teleférico vira um ótimo transporte até o outro lado do bairro.

Como visitar as atrações de Lisboa

Lisboa é uma cidade caminhável.

Mesmo com suas muitas ladeiras, para quem tem disposição é bem mais agradável passear a pé por suas lindíssimas ruas.

Tente pelo menos descer as ladeiras desta forma, deixando a volta para o metrô, caso se hospede na parte alta da cidade.

E além das várias estações de metrô, ainda existem os ônibus, eléctricos e táxis.

Não é preciso alugar um carro para conhecer a capital portuguesa. Até mesmo se quiser esticar para Cascais ou Sintra, existem trens que levam até lá.

O carro vale sim, se você quiser explorar mais a fundo o interior do país, indo a regiões mais afastadas. Neste caso, faça sua pesquisa com a RentCars e compare as diferentes ofertas das locadoras disponíveis.

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Itinerario de 1 día por Lisboa

Si estás de paso por la capital portuguesa y quieres una sugerencia de itinerario de 1 día, con toda la información útil para hacerlo, no te pierdas este post.

¿Cómo será este itinerario?

Lisboa tiene una gran ventaja: es relativamente pequeña. Y las atracciones se agrupan básicamente en 2 puntos diferentes de la ciudad.

Aun así, para conocerlo todo bien, lo ideal serían 2 días completos. Pero como nuestro objetivo aquí es un itinerario sucinto, tendrá que tener en cuenta 3 cosas:

1) Será una visita panorámica. No se puede pensar en ir a todos los barrios y mucho menos explorar la mayor parte de los lugares visitados. Mejor conocer pocas cosas y bien que visitar miles de atracciones y ver todo de cualquier manera;

2) Debes seleccionar los atractivos más característicos de la ciudad y olvidarte del resto. Deje de visitar todo la próxima vez, cuando planee más días en Lisboa;

3) ¡Mira el reloj! Si te dejas llevar por algunas atracciones, perderás un tiempo precioso y no podrás hacer todo lo que tenías programado.

Dependiendo de si está en Lisboa por unas horas o si se queda una noche y se va al día siguiente, LA RUTINA FUNCIONARÁ DE LA SIGUIENTE MANERA

  • He seleccionado sólo las principales atracciones de Lisboa y he ignorado el resto. Pensé en una visita por primera vez, como aperitivo para volver en otra ocasión;
  • Habrá un tiempo estimado para visitar las atracciones. Encontrarás incluso divertido los tiempos “rotos” que estimé en el itinerario, pero la intención era dar una idea del tiempo de visita. Si puedes seguir lo más fielmente posible a lo que he estimado y cuidar el reloj, podrás hacer todo lo que estaba programado;
  • La duración del itinerario será de 9 horas en Lisboa (comienza a las 09:00 y termina a las 18:00). En caso de que disponga de menos o más tiempo, sólo tiene que adaptar los horarios de visita a las atracciones según su caso;
  • El itinerario comenzará con la visita a Belém, que está más lejos;
  • También se estimó el tiempo de viaje entre las atracciones. Consideré el viaje a la estación de transporte, la espera en el andén, el traslado y la salida en la estación de destino. Normalmente se tarda menos de lo que había calculado, pero pensé que era mejor pecar por exceso;
  • El desplazamiento entre las atracciones se hará en transporte público: metro y tranvía (o tranvía). Además de ser un servicio práctico, conecta los 2 puntos de la ciudad donde están las principales atracciones. En general, muy eficiente y sin muchos retrasos. Más adelante hablaremos de ello.

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Moverse por Lisboa en transporte público

El metro de Lisboa sólo tiene 4 líneas, divididas por colores, que se cruzan entre sí (consulte el mapa de líneas). Sirve básicamente el centro de Lisboa y llega hasta el aeropuerto.

El tranvía (o eléctrico, como suelen llamarlo los portugueses), tiene varias líneas por toda la ciudad. Funcionan igual que el metro, parando en varias estaciones, pero caminando por el asfalto junto a los coches.

En el interior del vehículo hay un panel que anuncia el nombre de cada punto por el que pasa el tranvía.

En este itinerario, le daremos toda la información que necesita saber para coger la línea y el vehículo adecuados para llegar a su destino.

Como billete, utilizaremos la tarjeta Viva Viagem, que se cobra por 24 horas de uso (En 2014, este cargo por 1 día costaba 6,00 euros, pero puedes comprobar en la web oficial el valor actualizado).

Se vende en varias partes de Lisboa, pero te aconsejo que lo compres en la primera estación de metro por la que pases (puede ser incluso la del aeropuerto). Hay máquinas que venden y cargan la tarjeta.

Para obtener la tarjeta, hay que pagar una cuota muy pequeña: 0,50 euros (que se añaden a la tarifa de 24 horas).

Disponer de esta tarjeta será más barato que comprar billetes sueltos. Además de la practicidad de su uso, no tendrá que preocuparse de pararse a comprar los billetes.

Cuando utilices la tarjeta en los vehículos, acércate al lector y toca la tarjeta en la parte circular. Una luz verde se encenderá en el dispositivo, informándole de que el billete ha sido validado.

Viva Viagem es válido para todos los medios de transporte de la ciudad: metro, tranvía (o tranvía), autobús

IMPORTANTE: Al adquirir la tarjeta Viva Viagem, tenga cuidado de no confundirla con la tarjeta Lisboa Viva, que está destinada a los residentes de la ciudad (incluso se requiere documentación para validarla).

¿Todavía no está seguro de utilizar el transporte público? No hay manera de evitarlo: lo mejor es tomar un taxi hasta el centro. Y para desplazarse entre las atracciones, aproveche los servicios turísticos.

Consiste en un autobús de dos pisos (el superior está abierto), que se detiene en varias atracciones de la ciudad. Comprando un billete para 1 día, puede utilizar el servicio tantas veces como quiera, dentro de este periodo.

En particular, me gusta tomar el transporte público para tener la experiencia de vivir un poco de la vida local (aunque sólo sea por unas horas). Pero eso es una cuestión de preferencia.

La comodidad de hacer turismo tiene un precio. Los servicios no suelen ser muy baratos. Para evaluar los precios y los itinerarios, consulte el sitio web de la empresa City-sightseeing.

Cómo llegar al punto de partida de la excursión

Como ya hemos mencionado, comenzaremos nuestro itinerario en la región de Belem.

La forma más práctica de ir allí es tomar un tranvía en la región conocida como Cais do Sodré, que está en pleno centro de la ciudad y a orillas del río Tajo.

Dependiendo de dónde venga y del tiempo que tenga en la ciudad, haga esto:

– Si viene del aeropuerto y va a estar en la ciudad durante unas horas, deje su equipaje en la consigna del aeropuerto y tome el metro en la estación Aeropuerto (línea roja, dirección S. Sebastião) y bájese en la estación Alameda. En el interior, siga las indicaciones y haga el transbordo a la línea verde (dirección Cais do Sodré) y bájese en la estación Cais do Sodré.

– Si pasa la noche en la ciudad, vaya a su hotel, regístrese y vaya a Cais do Sodré. Dependerá de dónde se aloje, pero como la mayoría opta por alojarse cerca del centro, basta con tomar el metro hasta allí.

Visitar Lisboa en 1 día

Nuestro punto de partida será el Cais do Sodré.

Como su nombre indica, es un puerto. Pero en realidad es un cruce de estaciones, porque tiene metro, estación de tren, estación de tranvía, todo junto. Y ahí es donde empieza el recorrido.

INICIO DEL RECORRIDO – 09:00

Tome el tranvía número 15 en Cais do Sodré, en dirección a Algés (Jardim). Se bajará en la estación Mosteiro dos Jerônimos (que debería ser la 14ª, contando Cais de Sodré). El vehículo le recordará más a un tren que a un tranvía.

Tiempo de viaje: 20 minutos

09:20

Al bajar del tranvía, estará prácticamente frente a la primera atracción del día: el Mosteiro dos Jerônimos.

El hermoso edificio de estilo gótico manuelino es una de las atracciones más bellas de la región. Data de 1498, perteneció a la Orden de los Jerónimos y posteriormente se convirtió en un orfanato, que funcionó hasta 1940.

Destaca la hermosa iglesia, llena de detalles que parecen telas de araña. En ella se encuentran, justo en la entrada, las tumbas de Luís de Camões (a la derecha de quien entra) y de Vasco da Gama (a la izquierda).

Al salir del monasterio, diríjase a la Praça do Império (que está justo enfrente) y diríjase a la orilla del Tajo para fotografiar la siguiente atracción: el Padrão dos Descobrimentos.

Es un monumento de piedra caliza que representa una carabela y varias personalidades portuguesas relacionadas con la Era de las Navegaciones y los Descubrimientos.

En la proa, está el personaje más importante de esta historia: el Infante Dom Henrique. Y entre los de la “carabela”, vemos a Pedro Álvares Cabral, Fernão Magalhães, Vasco da Gama, entre otros.

Sin duda, es una de las atracciones más tradicionales de Belém y de Lisboa.

Observa en el suelo, cerca del monumento, un mapa que representa las rutas de los navegantes portugueses.

Internet en el móvil durante el viaje

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Desde este punto, verá un puente que cruza el río Tajo y que recuerda mucho al Golden Gate de San Francisco (EEUU). Se trata del Puente 25 de Abril, que conecta Lisboa con la ciudad de Almada.

Obsérvese, en la orilla opuesta, una imagen de Jesús que recuerda al Cristo Redentor de Río de Janeiro. Es el Santuario Nacional de Cristo Rey.

Dando la espalda al Padrão dos Descobrimentos, verá, un poco más adelante, la siguiente atracción a visitar, que es quizás el mayor símbolo de Lisboa: la Torre de Belém. Sigue caminando hacia ella.

Situado en el interior del río, fue construido en 1515 para ser una especie de fortaleza que defendiera el puerto de Lisboa. Es hermoso si se ve de cerca, parece más bien una torre de ajedrez.

Al llegar a la Torre de Belem, entre a visitarla y suba a su cima. Hice este recorrido y lo encontré bastante agradable. Para las personas sedentarias (me incluyo en este grupo), el ascenso es fácil, porque nos detenemos gradualmente en los pisos de la torre para disfrutar de la vista. Compruebe el precio de las entradas informado por el sitio oficial.

A la salida, regrese al Monasterio de los Jerónimos y tome la calle Belém para llegar a la confitería más famosa de Portugal, que vende los famosos Pastéis de Belém.

El pastel de nata es realmente una delicia, servido caliente y con una cáscara crujiente. Bastante diferente de los genéricos que vemos por ahí. La receta es un secreto hasta el día de hoy y los empleados incluso firman un juramento de no revelar nunca la receta. No se lo puede perder nadie que visite la región.

Tiempo estimado para visitar Belém: 2h20min (siendo la mitad del tiempo sólo hasta la Torre de Belém).

Desplazamiento (20 min): Volver a la parada del tranvía y tomar la misma línea 15 de vuelta a Cais do Sodré (esta vez la dirección es Pç. Figueira).

12:00

Al llegar a Cais de Sodré, tome el metro (línea verde, dirección Telheiras) y bájese en la estación de Rossio.

Se bajará en la región conocida como Baixa. Es el gran centro de Lisboa, con un conjunto de calles paralelas, cuyo proyecto es relativamente “reciente”. Tras el terremoto que destruyó Lisboa en 1755, la región fue rediseñada (bajo la supervisión del marqués de Pombal) y adquirió el aspecto que vemos hoy.

La primera parada es la plaza que verás nada más salir del metro: la plaza Pedro IV, también conocida como Rossio. Es una de las principales plazas de la ciudad, con una acera de piedras portuguesas que forman dibujos de olas, al igual que la acera de la playa de Copacabana en Río de Janeiro. En el centro, hay una estatua de D. Pedro I sobre un obelisco (para los portugueses, es Pedro IV).

Saliendo de allí, continúe caminando por la Rua Áurea hasta el Elevador Santa Justa. Se trata de un ascensor vertical que sube a una plataforma suspendida. Utilizando su billete de transporte público de 24 horas, súbalo.

Una vez que llegues arriba, ve a la estrecha escalera de hierro en espiral que hay detrás del ascensor y sube a la plataforma que está más arriba. Allí se encuentra el famoso mirador (o miradouro, como lo llaman los portugueses) de la ciudad. Hay que pagar una pequeña cuota por ello (1,50 euros – precio en 2014).

En la cima, tenemos una hermosa vista del centro de Lisboa, el río Tajo y el barrio de Alfama, con el castillo de San Jorge al fondo.

Para más información, visite este enlace sobre Elevador Santa Justa.

Tiempo estimado para ir de Cais do Sodré a Rossio + visitar Rossio y el Elevador Belvedere de Santa Justa: 1h

13:00

Bajando la escalera de caracol y llegando a la plataforma suspendida del ascensor, diríjase al barrio que se encuentra en la parte superior y justo enfrente de esta plataforma: el famoso Chiado.

Justo enfrente, vemos las ruinas del convento del Carmo, destruido en el terremoto de 1755. Está ahí como una especie de monumento en recuerdo de la tragedia ocurrida en el siglo XVIII.

Siguiendo el Largo do Carmo, pasee por las calles del barrio de Chiado, el más bohemio de Lisboa. Con varios restaurantes, cafés, teatros y edificios del siglo XVIII, es un agradable paseo y una gran oportunidad para hacer una pausa para comer.

Tiempo estimado para visitar el Chiado + almuerzo: 1h30min

14:30

Vuelva al andén del Elevador Santa Justa y baje de nuevo a la Baixa.

Recorre las calles paralelas de la región. Todas están llenas de pequeñas tiendas y son muy agradables para pasear.

Al final del recorrido, diríjase hacia el río Tajo para visitar la Praça do Comércio. Para llegar a él, hay que atravesar una especie de portal (que se encuentra al final de la calle Augusta, la más céntrica de las calles paralelas), flanqueado por grandes arcadas y un edificio con una fachada amarilla en la parte superior.

Antes del terremoto de 1755, en esta plaza se encontraba el Palacio de la Ribeira, residencia del rey Dom José I (abuelo de Dom João VI). Cuando se reconstruyó el centro de la ciudad, se construyó la actual plaza en el espacio del antiguo palacio, donde se colocó una estatua ecuestre del monarca en el centro.

Tiempo estimado para recorrer las calles paralelas de Baixa y Praça do Comércio: 1h30min

Cómo llegar a la siguiente atracción (10 minutos): vuelva a Rossio y tome el metro (línea verde, dirección Telheiras), bajando en la estación Alameda. Dentro de la estación, siga las indicaciones y haga el transbordo a la línea roja (dirección Aeroporto) y bájese en la estación de Oriente.

 

16:10

Allí se bajará en la estación de Oriente, una de las principales estaciones de tren (que también es una estación de autobuses) de Lisboa.

Saliendo de él y cruzando la Av. Dom João II, se encontrará frente al Shopping Vasco da Gama. Tómese un descanso (rápido) y tome un café en el patio de comidas.

Continuando su paseo y pasando por el interior del centro comercial, llegará al hermoso Parque das Nações.

Creado para la Expo 98, es un paseo marítimo que bordea el río Tajo, con un aspecto muy moderno y estupendo para pasear.

En él se puede tomar un teleférico (o telecabina, como lo llaman los portugueses) para disfrutar de una vista panorámica del parque, el Tajo y el puente Vasco da Gama. Un recorrido muy interesante. Para más información, visite el sitio web oficial de la “telecabina”.

Tiempo estimado para la pausa café + visita al Parque das Nações y paseo en teleférico: 1h50min

FIN DE LA VISITA – 18:00

Fin del recorrido

Está previsto que nuestra visita termine a las 18:00 horas. Quien se quede en la ciudad podría alargar un poco este tiempo. Es decir, si no estás cansado de tus paseos…

  • Si necesita volver al aeropuerto – Tome el metro en la estación de Oriente (línea roja) en dirección al aeropuerto y bájese en la última estación.
  • Si pasa la noche en la ciudad, regrese a su hotel para un breve descanso. Más tarde, salga a cenar a un restaurante cercano al lugar donde se aloja. Puede optar por uno especializado en el famoso bacalao portugués o ir a una casa de fado. Los recepcionistas y gerentes de los hoteles suelen tener buenos consejos para los huéspedes.

Para los que tienen medio día más en Lisboa

Si este es su caso, elija sólo una de las opciones que aparecen a continuación:

– Visite el Castelo de São Jorge – La hermosa fortaleza medieval sobre el barrio de Alfama es, en mi humilde opinión, el mejor mirador de Lisboa. Desde ella tenemos una vista de 360º de la ciudad. Hay exposiciones, jardines y las murallas del castillo, por donde se puede pasear. Destaca la Câmera Escura, donde hay una enorme lupa equipada con espejos que proyectan la ciudad de Lisboa, en tiempo real, sobre una plataforma redonda. Muy interesante. El sitio web oficial ofrece información sobre cómo llegar, el precio de las entradas y los horarios de apertura.

– Visite el Oceanario de Lisboa – Situado en el Parque das Nações, es un gran programa para adultos y niños. Considerado uno de los mayores acuarios públicos del mundo, en él encontrará varias especies de animales marinos, como tiburones, rayas, estrellas de mar, caballitos de mar, peces (muchos de ellos exóticos), etc. Lo más destacado es: el enorme acuario central, los pingüinos de Magallanes, las reproducciones de bosques tropicales y los arrecifes de coral del Pacífico. El sitio web oficial ofrece información sobre cómo llegar y también los horarios de apertura.

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¿Es posible utilizar este medio día para un viaje de ida y vuelta desde Lisboa?

Es posible, pero creo que estará demasiado ocupado. Sólo desplazarse (ida y vuelta) llevaría casi este medio día. Lo ideal sería dejarlo para una próxima vez.

Consideraciones finales

Como habrás comprobado, puedes conocer los principales atractivos de Lisboa en sólo 1 día de visita.

Pero eso no significa que no quiera quedarse más tiempo. Me arriesgo a decir que la capital portuguesa le gustará tanto que seguramente querrá volver. Aunque sólo sea para disfrutar mejor de las atracciones y de la ciudad, y para hacer algún viaje de “ida y vuelta”, como a Sintra y Fátima.

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